O conceito de arte que dá a base
para a produção no mundo ocidental surge na Grécia, especialmente durante os períodos
clássico (480 a.C. a 323 a.C.) e helenístico (323 a.C. a 146 a.C.). associado à
ideia de mimese ( em grego, “imitação), considera a manifestação artística uma
busca do ideal feita a partir da imitação da perfeição da natureza. Na arte
grega não existia separação entre arte, ciência, matemática e filosofia, e os
gregos usavam a mesma palavra (tekné) para designar arte e também técnicas e ofícios.
O artista grego cria uma arte de elaboração intelectual na qual predominam o
ritmo, o equilíbrio e a harmonia idealizada. O homem, tema central, é visto
como “ a medida de todas as coisas”.
A Arte Romana é mais realista e
prática que a grega, do qual obtiveram influencia decisiva, os escultores
romanos buscavam uma representação mais fiel das pessoas, e não um ideal de
beleza. Assim, retratavam os imperadores e os homens da sociedade com ênfase mais
realista do que idealista, como os gregos. Para eles, “ as coisas belas deviam
ser úteis”, enquanto para os gregos “ as coisas úteis deviam ser belas”.
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